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As empresas são organismos vivos e também adoecem

Quando organismos humanos adoecem, busca-se a consulta à profissionais do segmento de saúde, de atenção primária ou específicos para determinadas especialidades, objetivando diagnosticar e tratar a patologia identificada.

E em relação às empresas, pratica-se o mesmo cuidado? Quando a empresa adoece busca-se especialistas para apoiar no seu tratamento? É comum buscar-se o conselho e a ajuda dos consultores de organização e gestão.

Esse foi o tema central de matéria recentemente publicada no Wall Street Jornal de 29/07/2016 (    http://www.wsj.com/articles/cfos-turn-to-consultants-as-challenges-mount-1469468219): as empresas estão investindo mais em bons conselhos. Estão recorrendo a consultores externos para lidar com desafios cada vez mais complexos.

Nos EUA, o maior mercado de consultoria do mundo, que movimenta US$ 54 bilhões ao ano, cresceu em 2015, US$ 3,9 bilhões. Para 2016, a estimativa é crescer 10%, segundo a empresa de pesquisa de mercado, Source Global Research (2).

No Brasil, 9a. Economia do mundo, o mercado de consultoria foi impactado pela crise econômica, política e moral e em 2015 representou 2% do mercado americano ( Struggling economy hits Brazilian consulting market  –  October 30, 2015

http://www.sourceglobalresearch.com/content/struggling-economy-hits-brazilian-consulting-market), ou seja US$ 1,27 bilhões. Os números revelam que ainda temos muito para crescer e aprimorar em relação à consultoria profissional.

Recentemente o IBCO, Instituto Brasileiro de Consultores de Organização realizou uma pesquisa sobre a consultoria no Brasil e identificou que 72% dos respondentes considera qualidade e ética como diferenciais competitivos para a profissão de consultor e para 76% o mercado está exigindo cada vez mais qualificação e profissionalização.

Muitos profissionais usam de forma indevida e irresponsável o “rótulo ou o título de consultor” para ocultar a intermediação ou condução de negócios questionáveis, fenômeno antigo iluminado pelos novos faróis das investigações da Lava-Jato. Em todo o mundo há crescente preocupação com esses fatos, que impactam a economia e o desenvolvimento social pelo desvio de recursos. Por isto a ética aparece nas pesquisas como diferencial competitivo, o que na verdade, deveria ser um requisito básico para o profissional que atua como consultor.

Por isso, o ICMCI – International Council of Management Consulting Institutes, presente em mais de 50 países (inclusive no Brasil, representado pelo IBCO), estimula a Certificação Internacional CMC e a adesão a um Código de Ética. Os Consultores Certificados CMC (Certified Management Consultant), passam por um processo rigoroso de avaliação da sua conduta ética, qualificação profissional e resultados dos projetos de consultoria em seus clientes. No mundo existem 10.000 consultores com certificação CMC, no Brasil são 20 profissionais com esta certificação e no RS são 2 profissionais.

Seguindo nessa direção será lançado, no início de 2017, a ISO 20700, que elevará os serviços de consultoria em gestão a novo patamar. Tudo isso visa assegurar que a profissão de consultoria preserve uma imagem de credibilidade e competência junto a todas as organizações que buscam esse serviço para melhorar seu desempenho e cumprirem sua missão.

 

E como avaliar se a empresa está doente?

No momento em que sua equipe não encontra novas soluções para os problemas antigos, têm dificuldade de criar práticas de gestão orientadas para o cliente e que ao mesmo tempo promovam a otimização de processos e custos operacionais, preste atenção se a mesma não está com sintomas de adoecimento.

Analise quantas novas ideias estão sendo implementadas no ambiente organizacional a cada mês, qual o nível de engajamento dos seus profissionais com o resultado do negócio e de que forma cada dia seus profissionais concentram esforços nos custos que podem ser eliminados porque não agregam valor ao cliente. Se estes aspectos estão sendo desenvolvidos no ambiente da sua empresa, você está com um organismo vivo que tem grandes chances de permanecer no mercado de forma competitiva e sustentável. Parabéns!!!!

Caso contrário, reflita se não é o momento de repensar suas práticas de gestão, seus padrões de trabalho, sua cultura organizacional e avaliar o potencial de crescimento do seu negócio no longo prazo. O primeiro passo para a cura é a consciência da necessidade do tratamento.

Escrito por:

Consultora e CEO do Grupo Giovanoni, Ana Giovanoni.

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A importância das boas práticas de governança corporativa para a sustentabilidade das organizações

Uma das principais responsabilidades do conselho de administração é acompanhar as mudanças no ambiente econômico, político e social para refleti-las na gestão estratégica das empresas. Fatores como impactos ambientais, demandas sociais, inovação tecnológica, relações de trabalho e internacionalização ocupam cada vez mais espaço nas agendas dos conselheiros.

O reconhecimento de que as atividades das empresas interessam a um universo de agentes econômicos e sociais – muito além dos acionistas – levou ao surgimento do termo stakeholders, inspirado em shareholders (acionistas). Os stakeholders são pessoas ou organizações que têm interesse legítimo no comportamento das empresas, sendo impactadas por suas atividades e podendo influenciá-las.

Os stakeholders (partes interessadas) mais comuns são: clientes, fornecedores, empregados, órgãos governamentais, comunidade entre outros. É fundamental que os gestores estejam aptos a conhecer e compreender as necessidades e expectativas dos diversos stakeholders para atenderem aos objetivos de longo prazo dos shareholders.

O Código das Melhores Práticas de Governança Corporativa do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa – IBGC, baseia-se em quatro princípios:  transparência, equidade, prestação de contas e responsabilidade corporativa. Sustentabilidade corporativa pode ser vista como uma extensão natural da aplicação desses princípios, dos shareholders para os stakeholders.

Para aperfeiçoar o seu desempenho no curto prazo e sustentá-lo no longo prazo, as empresas precisam preservar e desenvolver capital natural e humano, da mesma forma que estão habituadas a fazer com o capital industrial e financeiro. Ao contrário de máquinas e equipamentos, o profissional qualificado tem seu valor aumentado após vários anos de experiência, em um processo que poderíamos chamar de apreciação do capital humano, em confronto com a tradicional depreciação do capital industrial.

Da mesma forma, as mudanças climáticas, alterações na matriz energética, escassez de recursos hídricos, conflitos étnicos, ondas de refugiados, destinação do lixo, violência urbana e outros fenômenos começaram a conspirar contra a qualidade de vida das pessoas, a economia dos países e o desempenho empresarial, sugerindo que as organizações privadas e públicas deveriam rever suas formas de atuação, para compatibilizar e equilibrar o desempenho financeiro, ambiental e social.

O surgimento na década de 1990, do conceito Triple Botom Line (TBL), é uma decorrência dessas percepções e embora o conceito seja antigo, ainda há certa dificuldade de aplicá-lo ao capital humano e ao capital natural, em função das particularidades na sua formação, gestão e consumo. Nos mercados de investimentos, os profissionais estão familiarizados com as análises conhecidas como ESG (Environmental, Social and Governance), que buscam conectar aspectos ambientais, sociais e de governança com o valor dos ativos. O conselho de administração deve ter um entendimento claro dessas questões para incorporá-las na estratégia das empresas e no monitoramento do desempenho visando à sustentabilidade.

Os conceitos de sustentabilidade corporativa e TBL podem ajudar o conselho de administração a fornecer orientação estratégica, planejar ações e monitorar os resultados, ao incluir a avaliação dos stakeholders mais relevantes como parte da sua responsabilidade por atos e omissões que poderão afetar o valor econômico das empresas. Assim, o papel da governança corporativa é minimizar os conflitos de interesses, evitando que a expropriação de interesses legítimos leve a demandas institucionais e judiciais, com consequências adversas no futuro. Entre esses interesses estão os de acionistas minoritários e dos diversos stakeholders.

A dificuldade dos atuais modelos de gestão empresarial em lidar com o esgotamento dos recursos naturais e a degradação social traz para os conselhos de administração uma grande responsabilidade e um conjunto de oportunidades na gestão estratégica das empresas, relacionadas a insumos, produtos, serviços, processos e mercado.

As questões ambientais e sociais podem servir de inspiração para lidar com o desafio de produzir mais e melhor com menos recursos naturais, adotando tecnologias mais limpas, desenvolvendo as sociedades que condicionam a existência das empresas e aumentando o bem-estar de todas as formas de vida. O resultado final desse processo será o estabelecimento de modelos de negócios sustentáveis.

Definido há décadas, o conceito de desenvolvimento sustentável significa atender às necessidades da geração atual sem prejudicar o direito das futuras gerações de atenderem às suas. Um exemplo de orientação para sustentabilidade corporativa que pode inspirar modelos de negócios geradores de resultados no longo prazo são os dezessete objetivos do desenvolvimento sustentável para 2030, lançados pela ONU, que podem servir de diretriz e inspiração para os conselhos de administração.

O estímulo ao uso consciente e efetivo dos instrumentos de governança, focando a essência das boas práticas, bem como ampliando o olhar sobre as diversas partes interessadas (stakeholders), são a fonte de inspiração para os conselheiros atuarem nos desafios no campo da sustentabilidade corporativa nos negócios.

Ana Giovanoni, CEO do Grupo Giovanoni, Vice-presidente de Governança no HUBRH+ da Associação Brasileira de Profissionais de Recursos Humanos, atua na área de Consultoria Organizacional e Governança Corporativa, especialista em Ressignificação do modelo de educação, capacitação e gestão para transformar as organizações, contribuindo com sua sustentabilidade no longo prazo.

Sobre o Grupo Giovanoni:

O Grupo Giovanoni tem como propósito “prover soluções holísticas para a gestão da saúde”, atuando na transformação da gestão das organizações por meio da implantação de Boas Práticas de Governança Corporativa, Gestão Estratégica e ressignificação dos modelos de negócio em prol da sustentabilidade corporativa das organizações.

Escrito por:

Ana Giovanoni

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Conheça o ESG e saiba como ele pode auxiliar sua empresa a ser mais sustentável

Nos últimos anos, tem sido muito mais frequente falar sobre ambiente, sustentabilidade e responsabilidade social. Estes assuntos passaram a ter um peso muito maior para a tomada de decisões dentro de organizações, por investidores e consumidores. Notícias negativas relacionadas a questões sociais, ambientais e voltadas à governança afetam negativamente a imagem da organização. Com isso o ESG surge como uma possibilidade de transformação da organização para um ambiente sustentável e confiável para os stakeholders.

A siglas ESG vem do inglês “Environmental, Social and Governance”, que quer dizer meio ambiente, responsabilidade social e governança corporativa.  A adoção do ESG representa uma verdadeira mudança de paradigma nas relações entre as empresas e seus investidores, pois as empresas que têm uma dedicação voltada aos três pilares do ESG tendem a gerar um risco menor junto ao mercado, garantir uma maior estabilidade e proporcionar melhores oportunidades para as empresas.

A compreensão de meio ambiente que o ESG apresenta está relacionado com o quanto a organização está dedicada em reduzir os seus impactos ambientais. Dentro desta área é possível atuar com gerenciamento de resíduos, minimizar as emissões atmosféricas, reduzir o consumo de água e energia ou, também, difundindo a educação ambiental. Todas estas ações demonstram o compromisso da organização com os impactos que ela gera ao meio ambiente.

O pilar da responsabilidade social está vinculado as ações desenvolvidas pela empresa, a favor da sociedade e do entorno no qual ela está inserida. Empresas que desenvolvem ações sociais compreendem o impacto que causam e as medidas necessárias para desenvolver a sociedade. As ações   são voltadas a educação, estimulo da diversidade, inclusão social, além de investimentos na saúde, segurança e em causas sociais.

A governança corporativa é composta por diversos aspectos, com uma maior relevância para a equidade, prestação de contas, transparência e responsabilidade corporativa. A equidade está ligada ao tratamento igualitário às partes interessadas, assim, afastando o desequilíbrio de benefícios e semelhantes. A prestação de contas é o compromisso dos envolvidos na gestão da organização em relação aos seus atos e consequências. A transparência é a forma de comunicar a todos sobre as informações importantes da empresa, positivas ou negativas. Já a responsabilidade corporativa está relacionado com o que a empresa espera para o seu futuro, seja em curto, médio e em longo prazo, tendo como propósito garantir o equilíbrio dos resultados da empresa.

O ESG envolve diversas ações que podem ser observadas pelos acionistas, funcionários e clientes na hora de escolher suas empresas e produtos de preferência. O que antes poderia ser visto como uma uma preocupação excessiva, agora passa a ter relação direta com os resultados da empresa, uma vez que os consumidores estão cada vez mais atentos à sustentabilidade e interessados em conhecer os impactos gerados pelas empresas e as ações desenvolvidas para minimizá-los.

Escrito por:
Engenheiro Ambiental Gustavo Antônio Schäfer
Mestre em Ambiente e Desenvolvimento

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Acreditação de Operadoras, um caminho para permanecer no mercado

O processo de Acreditação de Operadoras instituído pela ANS em 2011, normatizado na RN 277, como estímulo a melhoria da qualidade está sendo revisado pela DIDES com envolvimento das partes interessadas.

No dia 08 de maio, o INLAGS e a A4Quality realizaram um debate para um grupo de 25 profissionais sobre a Atualização do Programa de Acreditação das Operadoras de Planos de Saúde com a palestra do Rodrigo Aguiar, diretor de Desenvolvimento Setorial da ANS e a moderadora Rosângela Catunda da A4Quality.

Pode-se observar que cada vez mais a ANS está voltando o Programa de Acreditação para a promoção da gestão e qualificação das operadoras, promovendo condições para a competição e facilitando a escolha qualificada. Por outro lado, a operadora acreditada ganha pela adoção de melhores práticas de gestão, evidência da sua competência técnica, reconhecimento e aceitação de suas atividades e aumento da confiança dos clientes. O beneficiário também ganha com a redução de assimetria de informação e aumento da confiança na sua operadora.

Segundo Rodrigo Aguiar, da ANS, atualmente existem no Brasil 40 operadoras acreditadas, sendo 32 Cooperativas Médicas, 1 Filantropia, 2 Medicina de Grupo e 1 Seguradora Especializada em Saúde. 21% do total de beneficiários de planos de saúde suplementar estão sendo atendidos por operadoras acreditadas. Ainda há 724 operadoras não acreditadas no país.

Uma mudança importante na revisão do Programa de Acreditação é a integração dos programas de avaliação e indução de qualidade na ANS. A nova normativa terá os seguintes impactos:

  • O certificado de Acreditação impactará na nota do IDSS (Índice de Desempenho da Saúde Suplementar) da Operadora;
  • A certificação em APS impactará na nota final da dimensão Gestão em Saúde em 60%;
  • A certificação em APS e a participação em outros programas de indução e qualidade impactará na nota da dimensão Atenção à Saúde do IDSS.

Outro aspecto relevante é que em 2015, 87,5% das OPS acreditadas apresentavam notas em faixas ruins (abaixo de 0,6) em alguma dimensão do IDSS. Em 2016 apenas 22,5% das OPS acreditadas apresentaram notas em faixas ruins (abaixo de 0,60) em alguma dimensão do IDSS.

Salienta-se ainda a preocupação da ANS com a entidade acreditadora, a qual terá que cumprir vários requisitos exigidos pela Agência, inclusive relativos à qualificação da sua equipe de avaliadores.

Os requisitos mínimos definidos pela ANS para uma Operadora ter seu Certificado de Acreditação homologado são:

I. Ter registro ativo como Operadora na ANS;
II. Não estar em uma das seguintes situações:
– Plano de recuperação assistencial;
– Plano de adequação econômico-financeira;
– Regime especial de direção técnica;
– Regime especial de direção fiscal;
– Processo de Liquidação extrajudicial;
– Processo de cancelamento de registro perante a ANS.
III. Possuir IDSS e dimensões igual ou superior a 0,6;
IV. Não possuir auditoria independente das demonstrações contábeis com parecer adverso ou com abstenção de opinião do último exercício disponível.

Atualmente o Programa de Acreditação possui 7 dimensões as quais serão reduzidas para 4 na nova versão. São elas: Dimensão Gestão Organizacional; Gestão da Rede Prestadora de Serviços de Saúde; Gestão em Saúde e Experiência do Beneficiário.

As dimensões ficaram mais robustas e exigentes, destacando-se principalmente a dimensão I – Gestão Organizacional, que inclui Planejamento e Gestão Estratégica, Sistema de Governança Corporativa, Política de Gestão de Pessoas e Desenvolvimento de Lideranças, Tecnologia da Informação, Política de Segurança e Privacidade das Informações, Gestão de Riscos Corporativos, Sustentabilidade da Operadora e Programa de Melhoria da Qualidade. Do total de 160 pontos nas 4 dimensões, a dimensão I somará 73 pontos, tendo em vista a sua relevância para sustentabilidade da operadora. Um aspecto importante a comentar em relação a pontuação é que não teremos mais a possibilidade de pontuação parcial. Só haverá 2 possibilidades de avaliação: conforme ou não conforme. Para a avaliação ser considerada “conforme”, a prática deverá estar implementada a mais de 12 meses e atender o escopo do item. A estimativa da ANS é que esta norma entre em vigor a partir de janeiro de 2019.

Diante dos aspectos abordados acima é fundamental a conscientização das operadoras para iniciarem o seu processo de acreditação imediatamente. Este processo exige determinação e engajamento da alta direção. Somente executivos e líderes visionários e empreendedores definem este a Acreditação como prioridade, por perceberem a relevância desta implantação para a operadora permanecer no mercado com sustentabilidade.

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Investir em Acreditação dá retorno!!!

Um tema que tem me intrigado é o Retorno do Investimento na implantação do Programa de Acreditação. Tenho acompanhado projetos de sucesso, os quais geram ganhos tangíveis e intangíveis para as organizações e ao mesmo tempo percebo a dificuldade de evidenciarmos estes resultados para mobilizar outras empresas na conquista da acreditação. Assim, resolvi estudar um pouco mais sobre o assunto e encontrei uma operadora disposta a compartilhar seus investimentos e resultados para implantação do Programa de Acreditação. 

  Calculando o Retorno do Investimento em Acreditação

Retorno sobre o Investimento (ROI), é uma métrica utilizada para avaliar quanto uma certa iniciativa/ação retornou para a empresa com base no investimento realizado.  A Fórmula do ROI é: Receita – Investimento / Investimento x 100. Na área de serviços o ROI está em torno de 20%. 

Considerando que o cálculo correto do ROI deve considerar o Overhead (taxa de administração central) o qual não é viável para este projeto, tendo em vista que o mesmo não terá receita. Neste caso, a ideia é mensurar o ganho obtido com a implementação do Programa de Acreditação. Para isto, criamos a taxa de Retorno do Investimento em Acreditação (RIA). A fórmula utilizada para o cálculo do Retorno do Investimento em Acreditação é: Economia Gerada – Investimento /Investimento x 100.

 Por que medir o Retorno do Investimento em Acreditação?

O cálculo do Retorno do Investimento permite uma avaliação mais qualificada dos valores investidos frente aos ganhos obtidos pela empresa, destacando-se os seguintes aspectos:

– Melhor direcionamento das ações para gerar resultados qualificados;

– Conhecer os objetivos e resultados esperados pela empresa quando definiu realizar o investimento;

– A definição de objetivos relevantes para o negócio exige a análise da cadeia de valor e identificação dos processos críticos que serão impactados no investimento;

– Impactar na cultura da empresa de forma positiva faz parte do retorno do investimento de forma perene e agregadora na continuidade e aperfeiçoamento das práticas e padrões implantados;

– A capacitação e desenvolvimento das pessoas envolvidas no projeto gera retornos progressivos e avanços na forma de solucionar problemas e gerar valor na organização;

– Demonstrar a solidez econômica e a sustentabilidade da operadora. 

Investimentos na implantação do Programa de Acreditação

Para este cálculo foram considerados os seguintes itens relativos aos investimentoscom a implantação do Programa de Acreditação:

– Auditoria diagnóstica por empresa terceirizada;

– Custos com contratação do órgão Acreditador homologado pela ANS;

– Horas extras da equipe interna; 

– Custos com consultorias e treinamentos; 

– Custos com a criação da área da qualidade na operadora; 

– Custos com a reformulação do processo de Gestão de Prestadores e criação do Programa de Avaliação e Qualificação da Rede Prestadora; 

– Custos com a estruturação da equipe multiprofissional da Medicina Preventiva;

– Elaboração e acompanhamento do planejamento estratégico; 

– Custos com sistema informatizado para Gestão de Documentos;

– Custos com contratação de empresa terceirizada para realização da Pesquisa de Clientes;

– Despesas de viagens, alimentação e estadia de consultores e avaliadores externos;

Economia Gerada com as Melhorias implementadas

No caso em estudo, consideramos, para o cálculo das economias geradas em decorrência da implantação do Programa de Acreditação, os seguintes itens:

– Resultado líquido decorrente do incremento no faturamento;

– Incremento na economia gerada com as ações da Medicina Preventiva;

– Redução de custos assistenciais em decorrência da efetividade da Auditoria Concorrente;

– Redução dos custos relativos à gestão médica;

– Negociações com beneficiários para falta de cobertura evitando a judicialização;

– Aperfeiçoamento dos processos internos na defesa perante ao órgão regulador;

– Redução da evasão pela aplicação do Programa de Evasão de Beneficiários.

Desta forma, utilizando como base de cálculo os investimentos em todo o período de implantação do Programa de Acreditação e as economias geradas, concluímos que o Retorno do Investimento no Programa de Acreditação ficou em 8,7%

O ROI e a Gestão da Saúde das Operadoras

Avaliar o ROI nos projetos estratégicos das Operadoras de Planos de Saúde é um desafio pouco explorado no ambiente empresarial. Há muitos artigos publicados sobre o ROI para avaliar retorno do investimento em novas tecnologias, na abertura de uma nova filial ou até para mensurar a utilização de mídias digitais. Já na área da saúde, em que os processos são mais complexos, sua mensuração é mais difícil de ser apurada de forma confiável e íntegra.

No caso do Programa de Acreditação de Operadoras, incentivado pela ANS, na RN 277/2011, a realização da avaliação sobre o atendimento aos requisitos desta Resolução, com a respectiva análise do que é relevante para a empresa, considerando seu porte, perfil de clientes, maturidade gerencial e capacidade de investimento é fundamental para a definição do cronograma de implantação. Outro fator preponderante neste investimento é a análise do respectivo Retorno para a operadora. 

Atualmente, apesar do Programa de Acreditação ter sido criado há mais de 8 anos, não há uma movimentação intensa das operadoras para implantar a integridade do programa e conquistar o certificado de OPS Acreditada. Atualmente temos menos de 10% das operadoras do país com certificado de Acreditação. Na minha opinião, isto ocorre pelo fato de não estar claro para as operadoras os ganhos decorrentes desta implantação. Por isto o nosso empenho em demonstrar o Retorno do Investimento e os ganhos intangíveis que são superiores e imensuráveis. 

Importância do ROI para a estratégia da Operadora

Quando falamos em estratégia para as Operadoras de Planos de Saúde imediatamente vem a nossa mente a sustentabilidade e permanência no mercado com geração de valor para todos os Stakeholders. Gerar resultado econômico-financeiro que assegure a margem de solvência e o retorno do investimento aos sócios é um dos propósitos da organização. Por outro lado, sabemos que o negócio que estiver focado somente no retorno financeiro e tem como alvo somente o lucro e geração de dividendos ao acionista/sócio sem pensar nas demais partes interessadas, está fadado ao fracasso. As boas práticas de governança corporativa alertam para a transparência da gestão, responsabilidade corporativa, prestação de contas e equidade na geração de valor aos stakeholders. Desta forma, incluir a experiência vivenciada pelo cliente na utilização dos serviços, a valorização e satisfação dos profissionais, a atenção e reconhecimento aos fornecedores e prestadores de serviços pela qualificação e segurança no atendimento aos beneficiários somados ao cuidado com o meio ambiente, projetos sociais relevantes geram sustentabilidade no sentido mais amplo e profundo do conceito. 

A operadora que tiver interesse em permanecer no mercado com sustentabilidade estará atenta ao gerenciamento do seu Índice de Desempenho em Saúde Suplementar (IDSS) e buscara diferenciar-se no mercado com a implantação do Programa de Acreditação de Operadoras de Planos de Saúde incentivado pela Agência Nacional da Saúde. Se você busca uma consultoria especializada na implantação do Programa de Acreditação com retorno do seu investimento, consulte-nos!!!

Ana Giovanoni – Founder e Consultora do Grupo Giovanoni

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Qualificar Serviços de Saúde é Fator Crítico de Sucesso para as Operadoras

A sustentabilidade das Operadoras de Planos de Saúde é um desafio que passa pela qualificação da sua rede prestadora de serviços assistenciais e que está sendo perseguido pela Agência Nacional de Saúde. É essencial que as operadoras atentem para os indicadores que serão avaliados no Programa de Qualificação de Operadoras o qual dá origem aoÍndice de Desempenho de Saúde Suplementar (IDSS), utilizado pela ANS para monitorar o desempenho das Operadoras

O IDSS e o desempenho das Operadoras 

Para que a operadora permaneça no mercado com sustentabilidade é importante que seu IDSS esteja entre 0,8 e 1,00. Os dados publicados pela ANS demonstram que as operadoras que possuem o certificado de Operadora Acreditada se destacam com desempenho dentro da faixa de performance esperada pela agência. Por outro lado, o IDSS vem sendo aperfeiçoado anualmente a fim de proporcionar o direcionamento e foco para atenção da operadora aos aspectos essenciais da qualidade da assistência prestada aos seus beneficiários. 

OPrograma de Qualificação de Operadoras (PQO) divulga os resultados dos indicadores que permitem avaliar a qualidade dos serviços prestados pela operadora em 4 dimensões do IDSS: 

  • Dimensão 1 –    Indicadores da Dimensão Qualidade em Atenção à Saúde (IDQS); 
  • Dimensão 2 – Indicadores da Dimensão Garantia de Acesso (IDGA);
  • Dimensão 3 – Indicadores da Dimensão Sustentabilidade no Mercado (IDSM); 
  • Dimensão 4 – Indicadores da Dimensão Gestão de Processos e Regulação (IDGR)

O que mudou no IDSS 2019 (Ano Base – 2018)

O IDSS 2019 (Ano Base – 2018), incluiu 2 indicadores relativos ao estímulo da qualificação da rede assistencial na Dimensão 2 – Indicadores da Dimensão Garantia de Acesso (IDGA), os quais referem-se à Frequência de Utilização de Hospitais com Atributo de Qualidade (item 2.6) e à Frequência de Utilização de Rede de SADT com Atributo de Qualidade. 

São considerados Atributos de Qualidade para a Rede de Hospitais e SADT, a Acreditação ou o PM-QUALISS (Qualidade monitorada). Desta forma, é essencial que a operadora incentive a qualificação da sua rede prestadora credenciada e própria a fim de oferecer serviços mais qualificados e seguros aos seus beneficiários.

Como a Rede Prestadora pode se qualificar

O Grupo Giovanoni, ao longo da sua trajetória têm apoiado diversas operadoras e prestadores de serviços de saúde para ampliarem a qualificação dos seus serviços, por meio de metodologias únicas e inovadoras adaptadas à realidade e porte de cada negócio. Com o propósito de atender demandas do mercado e oferecer soluções para a qualificação dos serviços de saúde desenvolveu o seu Programa de Certificação de Serviços de Saúde, homologado pela ANS como Entidade Gestora de Outros Programas de Qualidade. 

O SGGS – Sistema Giovanoni de Gestão em Saúde, é um programa que possui requisitos de Segurança, Eficiência, Efetividade e Experiência do Cliente os quais são disponibilizados aos prestadores de serviços interessados em qualificar seu sistema gerencial e os serviços prestados aos clientes, de forma contínua, estimulando o aprendizado organizacional. O processo inicia pelo diagnóstico, o qual após aplicado presencialmente nas instalações do cliente (prestador de serviço), gera um Plano de Melhoria, que é implementado pelo cliente e acompanhado virtualmente pelo Grupo Giovanoni, gerando uma nova visita de verificação após 12 meses. O objetivo do programa é auxiliar na identificação de forças e oportunidades de melhoria nos processos de gestão do prestador de serviço, estimulando-o a se desenvolver e agir proativamente na execução das ações previstas no Plano de Melhoria. 

Se você quiser saber mais sobre o Programa de Qualificação, Classificação e Certificação de Prestadores de Serviços de Saúde do Grupo Giovanoni, clique aqui.

Quais as consequências da falta de qualificação da Rede Prestadora

O mercado está reagindo e oferecendo oportunidades de qualificação aos prestadores de serviços de saúde, as operadoras Acreditadas estão se mobilizando para incentivar sua rede a promover melhorias em sua gestão assistencial, agora só falta o prestador “acordar” e buscar sua certificação em saúde para se posicionar no mercado de forma diferenciada. 

A operadora que quiser permanecer no mercado com sustentabilidade estará atenta ao Fator Crítico de Sucesso, qualificação da rede prestadora, e poderá inclusive promover o descredenciamento de serviços credenciados que não estão atentos aos padrões de qualidade exigidos pela ANS, desde que tenha outro serviço substituto para atender a demanda dos seus beneficiários.

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O que é mais caro: investir em Qualidade ou pagar os custos da Não-Qualidade ?

Era um dia como outro qualquer e uma senhora, na casa dos 70 anos, foi fazer sua rotineira sessão de Fisioterapia. Chegou na clínica, foi atendida e ao término do procedimento resolveu descer da maca. Como não havia ninguém para lhe ajudar e ela queria sair, achou que podia fazê-lo sozinha. Ao descer, caiu. E esta queda lhe custou uma fratura na perna.

Se você pensa que o relato acima é só uma “história qualquer”, está enganado. Este fato é verídico, aconteceu com a mãe de uma amiga. Vamos analisar os fatos.

Uma senhora na casa dos 70 anos, já estava fazendo fisioterapia para fortalecer ou se recuperar de algo. No caso dela, estava fazendo sessões de pós-operatório para recuperação de uma cirurgia no joelho. Agora, ela está “entrevada” numa cama em sua casa, necessitando de cuidador e as filhas fazendo revezamento para ajudar nos cuidados da mãe.

Pararam para pensar: transtorno, custos e especialmente a qualidade de vida desta senhora que agora acabou. Considerando sua idade, vai demorar muito tempo para se recuperar.

Isto é o que acontece quando as instituições de saúde acham que práticas de segurança do paciente só são necessárias para empresas que estão buscando Acreditação ou alguma Certificação em Saúde. É impressionante como a maioria dos gestores ainda não se deu conta que, implantar práticas de segurança do paciente nos estabelecimentos de saúde não só aumenta a credibilidade do serviço como também reduz os custos.

Imaginem se esta família decide acionar a justiça. Certamente a clínica de fisioterapia teria que arcar com os custos do tratamento, com as despesas do cuidador e mais todos os outros custos necessários para recuperação desta paciente. Arrisco dizer que provavelmente teriam que fechar as portas.

E isto me faz lembrar da frase mais famosa que escutamos dos gestores em saúde: “Fazer TODO este investimento para a segurança do paciente? Ah não, isto é muito caro! Os clientes não valorizam e não pagarão mais pelo serviço só porque temos segurança assistencial.” Verdade, os clientes não pagarão mais caro por você ter práticas de segurança do paciente; mas quero ver você manter sua empresa e arcar com as despesas de um processo cível.

Infelizmente, a arrasadora maioria dos estabelecimentos de saúde age reativamente. Esperam acontecer um fato grave como este, para então decidir agir preventivamente. Os eventos adversos podem acontecer em QUALQUER estabelecimento de saúde, vide o relato acima.

E foi pensando em situações como essa e nos estabelecimentos que buscam a prevenção, que o Grupo Giovanoni desenvolveu o SGGS– Sistema Giovanoni de Gestão em Saúde, que é o Programa de Qualificação, Avaliação, Classificação e Certificação de Prestadores de Serviços de Saúde da Giovanoni.

O SGGS foi lançando em 2017, quando o Grupo Giovanoni foi homologado pela ANS como Entidade Gestora de Outros Programas de Qualidade, em atendimento à RN 405/2016. Na primeira edição, nossa metodologia certificou Clínica de Fisioterapia, Clínica de Oncologia e Laboratório de Análises Clínicas e avaliou dezenas de outros estabelecimentos de saúde.

“Desenvolvemos nossa metodologia como um caminho para a Acreditação ONA. Os estabelecimentos implantam nossos requisitos, que estão baseados em práticas de Segurança do Paciente, Atendimento a Requisitos Legais e Gestão do Negócio, e quando alcançam o Nível III da nossa Certificação, estão preparados para o Nível I da Acreditação ONA”, explica a Diretora Ana Giovanoni.

O Programa visa auxiliar os estabelecimentos de saúde a estabelecer práticas e processos focados na qualidade e segurança da assistência, além de garantir a sustentabilidade do negócio. Tratam-se de princípios essenciais que todas as instituições deveriam estabelecer como condição sine qua non para permanecerem no mercado e evitar que eventos adversos relacionados à assistência em saúde, como o relatado acima, ocorram. 

Assim, não é difícil perceber que o preço a ser pago pelo estabelecimento de saúde é quase intangível, se acrescentarmos os danos de imagem, reputação e credibilidade do mesmo perante o mercado e clientes.

E então, você ainda acha caro investir em Gestão? Veja como o SGGS pode ajudar a sua empresa, conheça mais em: https://grupogiovanoni.com/novosite/qualificacao-de-prestadores/

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MEG Saúde: novo instrumento chega para diagnosticar a gestão do setor

A Fundação Nacional da Qualidade (FNQ), em parceria com o Instituto de Infectologia Emílio Ribas e o Grupo Giovanoni, tem a honra de lançar, oficialmente, o MEG Saúde, um modelo de diagnóstico da gestão que soma os Fundamentos da Excelência da FNQ às peculiaridades do setor de saúde.

Com base no mundialmente reconhecido Modelo de Excelência da Gestão® (MEG), da FNQ, foi desenvolvido o Instrumento de Avaliação da Maturidade da Gestão para Organizações de Saúde, com customização dos termos do MEG para a área da saúde; utilização de exemplos específicos do setor, facilitando o entendimento para as organizações; correlação com outras metodologias de acreditação/certificação, entre outras.

O objetivo é promover e disseminar a cultura da gestão para excelência e a transformação nos serviços de saúde do Brasil.

Como surgiu
A ideia de se criar o MEG Saúde surgiu de uma convergência de propostas. Assim, o Instituto de Infectologia Emílio Ribas procurou a FNQ com a proposição de traduzir a linguagem do MEG dentro do Instituto, gerando uma publicação interna. Por sua vez, o Grupo Giovanoni apresentou, junto à Fundação, a proposta de traduzir o MEG para a linguagem do setor de saúde.

Com isso, a FNQ, entendendo as necessidades específicas de suas partes interessadas, em especial a sociedade brasileira, em relação às peculiaridades do setor da saúde, teve a iniciativa de criar este instrumento.

Público-alvo
MEG Saúde é voltado para toda unidade que presta assistência à saúde e/ou apoio diagnóstico, pública ou privada, sociedade anônima, limitada ou com outra forma estatutária, que tem funções e estruturas administrativas próprias e autônomas, com ou sem finalidade de lucro, de porte pequeno, médio ou grande. Contempla hospitais, clínicas de atendimento geral ou especializadas, laboratórios, consultórios médicos e dentários, prontos-socorros, home care, entre outros. Contudo, não inclui operadoras de serviço, apenas as suas unidades assistenciais.

Benefícios
Ao implementar o MEG Saúde, a organização estrutura seu modelo de gestão, considerando os processos gerenciais, de classe mundial, destacados no MEG e a integração dos diversos modelos aplicados na empresa para o alcance de resultados mais competitivos e sustentáveis. Além disso, podemos destacar: a aplicação dos Fundamentos da Excelência do MEG; a visão sistêmica da organização com foco em resultados; e a identificação de pontos fortes e oportunidades de melhoria da gestão.

Como exemplos de benefícios específicos para a assistência, podemos mencionar: estruturação da identificação, tratamento e minimização de riscos (sanitários, de segurança, empresariais); estruturação de processos relacionados à Responsabilidade Socioambiental, envolvidos no setor, tais como o controle correto do uso de antibióticos e o descarte adequado dos resíduos hospitalares; preparação da unidade de saúde para situações de imprevistos no cenário de saúde; melhoria dos processos assistenciais, considerando a utilização de protocolos, discussão de casos, tomada de decisão com base em evidências clínicas, controle estatístico de processos, comparação do desempenho das equipes, entre outros.

Isenção e transparência
Todo trabalho de elaboração do MEG Saúde teve início em setembro de 2017, com a formação de um Núcleo de Estudo Técnico, coordenado pela FNQ.

O Núcleo dividiu-se em grupos para estudar as metodologias de acreditação e certificação específicas para o setor saúde, de forma a avaliar as correlações existentes com o MEG.

Com base nesse estudo, foram iniciadas as proposições de adequações de linguagem para o Instrumento de Avaliação, explicitando termos, expressões e exemplos específicos, para possibilitar um melhor entendimento dos conceitos do MEG. Foram feitas, também, algumas reuniões para consolidação desse material e a realização de avaliações-piloto para teste do Instrumento de Avaliação.

“O MEG Saúde é um instrumento isento, que cobre o que é exigido pelas acreditações hoje existentes, sem ter a pretensão de substituí-las. Constitui-se, sim, em um rico e detalhado material a ser utilizado para estruturar a gestão da área da saúde, garantindo segurança e qualidade e contribuindo para a certificação”, afirma o presidente executivo da FNQ, Jairo Martins. “O nosso objetivo é propor ações concretas para setores críticos da sociedade brasileira, como a saúde, por exemplo”, finaliza.

A expectativa é promover um modelo de gestão que garanta a profissionalização da gestão e um melhor uso dos recursos para maximizar o valor gerado para a sociedade.

Você pode degustar a publicação do MEG Saúde clicando aqui

Politicas de Privacidade

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